E a cada frio que se passa, gelo que se sente, endurece um pedaço do coração que desfalece, apesar da forte tentativa com tantas apunhaladas de retoma-lo vivo, que seja...se não há mais sangue, não há mais esperança...
Vejo a parafina escorrer e evaporar como os sentimentos e intenções determinadas ao acender das chamas....mas a pressa em apagá-la é tão semelhantes ao evaporar da esperança e queimar do ressentimento...não mais da magoa, afinal, magoar necessita algo para se fazê-lo, mas quando o ponto foco para este encontra-se inexistente, desativado, desapegado e descrente...resiliente.
Chegando ao ponto de aceitar os fatos, o que se quer não é o que se pode...e quem sabe porque não desistir de lutar contra a maré, afinal, diante das adversidades quando não vemos uma luz seguimos o escuro do túnel.
Sou grata e que assim seja...