I open the Pandora boxes and the problem is what's I found inside. Gigant hurts, dirty and deep continue bleedin....Tente estancar a dor da batida, da caixa atingida, da angustia berrada...Pior é saber que algo cresceu nasceu modificou e o ciclo não se completou e parou por aqui, em Nothing Hill, onde nada acontece mesmo na época dos dias mais longos e noites mais curtas, ou no tempo do cair das folhas laranjadas de cada uma das arvores...mesmo que a chuva alague toda rua para que ela seja impecavelmente lava, os bueiros estão cheios , a drenagem é difícil, cada gota naquele mar de lama parece nada ao sentido de purificar toda aquela sujeira deixa para trás por tanto tempo.
Estar cansado, feriado e regresso de batalhas não enaltece o homem que precisa somete de um banho um teto e um prato de sopa para esquecer quantos corpos foram deixados para trás e quanta energia foi perdida por um objetivo que nem era seu , afinal, ele apenas nasceu para viver uma vida modifica e seguir o ecossistema que lhe foi determinado desde os primórdios da humanidade...
Ah, mas as complexidades de Nothing Hill são maiores que qualquer outras estação , não porque a porta de saída esta emperrada a algumas semanas e os viventes insistem em achar que o tempo de dias uteis será suficiente para fixar uma nova porta de nova pintura e que abriram os caminhos de todos mais facilmente...ah engano cruel, ledo engano bendito que faz aquela ínfima migalha de esperança de mudança não ser jogada a vassoura que corre e joga todas ao lixo.
Deve ser isso, a migalha se foi, a porta não se abriu, a janela emperrou e a volta da batalha não foi realizada com um prato de sopa em mãos e um belo banho quente...a volta trouxe tudo o que havia deixado pra trás, afinal ir para longe não resolve e a volta, a inevitável volta trouxe tudo...o tudo cheio de NADA.
Agora o que fazer se ir precisa ser livre, e a liberdade agora é cheia de NADA.