
Estamos presentes a estação mais quente, em todos os sentidos, do ano...o verão! E por incrivel que pareça está estação que tende a começar no final do ano anterior ao atual e prosseguir pelo começo deste, tendência grande parte da população a terminar o que se quer tenha começado ou que mesmo tenha começado anos atrás...
Um grande momento de lágrimas perdidas e esvaídas, seja por um amor acabado por causa do intenso calor que aflorou no pouco juízo do par alheio, ou porque o amor nada mais era que mais um amor de verão que veio para fazer historia e deixar lições e bons momentos para serem lembrados ao longo da posteridade...
A época de poucas roupas, altas temperaturas, demonstrações do físico, que na maioria das vezes fora trabalhado durante todo o ano para este momento, locais diferenciados, e a depender da região a qual se aplica muitos têm acesso a território desejado todo o ano, a Praia, e em outra, é o período dos ensaios, farras, lavagens, festas de camisa, e o grande acontecimento carnavalesco.
Tudo isto, reproduzido por uma estação do ano, o Verão, tudo parte a girar em torno disto e depender deste para acontecer...mas porque todos os verões tem de ser iguais?! Porque desta vez, ao invés de terminar, começar, ao invés de fugir através de milhares de bocas e caras diferentes em festas coloridas, se mostrar diante de um coração sincero que chora as lágrimas de um amor que pode vir a dar certo a depender do esforço de ambos, ao invés de trabalhar o corpo para uma estação, trabalhar o corpo para o ano todo e a mente para sempre...
Porque não fazer diferente...porque continuar a seguir estes padrões determinados pelo posicionamento do globo terrestre direcionando a intensidade da temperatura...dar o fim as dependências já seria um bom começo...viver sem ser de acordo com uma temperatura, época do ano, mês, festividades.... praticar o desapego, das coisas e pessoas... viver diferente.
Começo fazendo diferente, pedindo a chuva ao invés do sol, afinal o frio une o que o calor separa.